Avaliação
É chegada a hora, não de iniciar as avaliações, mas sim de
começar a compilar todos os registros e apontamentos feitos até então em um
relatório de acompanhamento individual.
É quando se trabalha com uma avaliação onde o mais
importante é a continuidade; o observar
diário do aluno em toda sua integridade, sua capacidade cognitiva, motora, suas
relações interpessoais e suas construções. Uma avaliação onde o aluno é acompanhado
desde seus processos de adaptação ou readaptação, onde os pais são (re) apresentados
ao projeto iniciado pela turma.
Este relatório deve ser o raio-X da participação da criança
em sala, de suas preferências no brincar, nas experiências propostas. É nele que
o educador deve relatar sua observação sobre
oralidade, grafismo, corpo, movimento, noções matemáticas, conhecimentos
e saberes sobre a natureza; enfim o
cotidiano da criança deve ser relatado neste relatório.
Este relatório acaba se consolidando, não na avaliação do
aluno, mas sim, no fundo, na avaliação do fazer do professor; pois para chegar à
observação, este professor, consciente da sua posição de mediador, já deve ter a
muito tempo avaliado cada uma das suas proposições às crianças, na sua prática
de sala de aula.
Então, na verdade, este é um relatório que espelha a
criança, mas sobre tudo reflete no fazer do seu professor.
Pretendo não sumir neste tempo... Afinal, além de avaliar o
meu fazer pedagógico em sala, devo também avaliar o meu fazer como aprendiz.
Sim Jaqueline! Realmente, estás num processo muito importante aí com teus alunos, mas não podes abandonar também teus estudos. O Curso qualifica a tua prática, faz refletir e é tudo de bom! Segue firme e forte. Continua escrevendo no blog que estou te acompanhando por aqui. Abraço, Betynha ;0) (Tutora PEAD2/UFRGS)
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