Edgar Morin
trata dos dois maiores desafios a serem vencidos para o conhecimento: o erro e
a ilusão. O texto aborda as razões da existência dos erros e das ilusões: a
própria natureza do ser humano evidencia as subjetividades, princípios e
valores que são sujeitos à interpretação individual regida pelo ego, onde
muitas vezes nos refugiamos buscando proteção ao erro e ao incerto. As visões
de mundo de cada um impedem que se construa uma racionalidade objetiva, livre
de julgamentos e pré-julgamentos. Um erro,
muitas vezes reforçado assertivamente, induz a novo erro e se torna um
paradigma, elaborado em premissas ilusórias, calcadas na perspectiva
reducionista do indivíduo que tende sempre a interpretar os fatos do mundo
centrado em seus próprios temores e desejos. A racionalidade desejável de se
construir é aquela que permite o diálogo e è aberta a diferentes ideias. É um
processo de construção, autocrítica e correção contínuos; e sempre vinculado à
afetividade, entenda-se aqui a capacidade de agir frente às diferenças de modo
autônomo, digno, tolerante e otimista.
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sábado, 2 de dezembro de 2017
Analisando Morin
Edgar Morin
trata dos dois maiores desafios a serem vencidos para o conhecimento: o erro e
a ilusão. O texto aborda as razões da existência dos erros e das ilusões: a
própria natureza do ser humano evidencia as subjetividades, princípios e
valores que são sujeitos à interpretação individual regida pelo ego, onde
muitas vezes nos refugiamos buscando proteção ao erro e ao incerto. As visões
de mundo de cada um impedem que se construa uma racionalidade objetiva, livre
de julgamentos e pré-julgamentos. Um erro,
muitas vezes reforçado assertivamente, induz a novo erro e se torna um
paradigma, elaborado em premissas ilusórias, calcadas na perspectiva
reducionista do indivíduo que tende sempre a interpretar os fatos do mundo
centrado em seus próprios temores e desejos. A racionalidade desejável de se
construir é aquela que permite o diálogo e è aberta a diferentes ideias. É um
processo de construção, autocrítica e correção contínuos; e sempre vinculado à
afetividade, entenda-se aqui a capacidade de agir frente às diferenças de modo
autônomo, digno, tolerante e otimista.domingo, 17 de setembro de 2017
Filosofia e a ética
Na interdisciplina de Filosofia refletimos sobre a ética e
nossa posição como educadores na formação de uma sociedade ética.
Devemos procurar
a cada dia, respeitando as individualidades de cada criança, fazer com que
pensem no todo. Isso para que possamos mudar um pouco a realidade de hoje onde
cada um pensa no seu lado, na sua necessidade, nos seus desejos sem se importar
com o meio, com o todo onde vivemos. O individualismo, hoje, é o que se prega e
o que se vê na sociedade, e penso que é isso que devemos mudar, é ai que falta
a ética. Há um ditado popular que hoje é quase regra e é o que devemos tentar
mudar: “Farinha pouca, meu pirão primeiro”!
Na busca
por embasamento de minha reflexão destaquei, entre tantos, estes três vídeos sobre
ética. Para ter uma visão bem significativa desta questão recomendo aos colegas
os vídeos que seguem:
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